Vamos realizar, já nos próximos dias 21 e 22 de Janeiro, um fim-de-semana inesquecível, intenso e que se quer inspirador para desenvolver a vossa capacidade de escrita e se conhecerem melhor neste novo ano.


A quem se destina?
Para quem está há muito a querer encontrar um espaço e um tempo para a escrita e procura uma forma eficaz de reencontro consigo mesmo e com os outros.
Para quem deseja escrever a sua história de vida ou a da sua família e não sabe como fazê-lo, nem por onde começar.
Para quem procura conhecer-se e procura ferramentas novas para viajar nas teias da memória.
Para quem participa nos motes para uma escrita biográfica: uma oportunidade de aprofundar a sua capacidade de escrita de forma mais intensa, sem distracções, num contexto inspirador.

 

Quais os objectivos deste fim-de-semana?
No final dos três dias, quem participou terá:
– escrito um conjunto de fragmentos auto-biográficos;
– mapeado o seu passado revisitando as relações e os acontecimentos mais marcantes da sua vida;
– adquirido ferramentas de tomada de consciência de quem é, de onde vem e para onde deseja ir.

 

Como irá funcionar o retiro?
Iremos passar 2 dias/1 noite juntos a explorar a escrita biográfica e experimentar as suas potencialidades no processo de auto-conhecimento. As actividades decorrerão em grupo e de forma individual, havendo espaço para maior introspecção, assim como momentos enriquecedores de descoberta conjunta e partilha.

 

Onde e quando irá decorrer ?
Todo o retiro irá decorrer na acolhedora Casa do Páteo, no Meco, a meia hora de Lisboa, nos dias 21 e 22 de Janeiro de 2017. Neste espaço privilegiado onde a calma e o sossego convidam ao reencontro consigo mesmo, os participantes terão à sua disposição inúmeros cantos e recantos que mais os inspirem a escrever. Todas as refeições estão incluídas. No sábado, e para quem desejar, marcaremos um ponto de encontro em Lisboa, procurando que todos aqueles que precisem tenham boleia.

 

O que fazer para participar?
– A inscrição pode ser feita por e-mail, para o seguinte endereço: c.rodrigues@monoculo.pt.
– A vaga é confirmada pela mesma via e são enviados os pormenores do retiro, assim como o NIB para onde poderão efectuar o pagamento.
O custo total é de 130,00€ e inclui todo o retiro: as diferentes actividades, a estadia (2 dias/ 1 noite) e a alimentação.
– A inscrição só é considerada válida após o envio do comprovativo de pagamento.
– Com a confirmação da inscrição, receberá então todas as indicações de ordem mais prática.

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Começamos o mês de Julho com mais novidades sobre os encontros para uma escrita biográfica.

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Depois do sucesso dos três primeiros motes, realizamos um quarto, já no próximo dia 14 de Julho, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa.

 

O que são os Motes para uma escrita biográfica?

Lançados em Abril e constituídos por sessões independentes, são um tempo e um espaço para todos aqueles que gostariam de aprender a escrever as suas próprias histórias e não sabem por onde começar. Nestes workshops, ajudamos os participantes a começar a escreverem-se! Isto é particularmente válido para não-escritores, para quem não sabe por onde começar, o que explorar, nem como escrever. Juntos, exploramos a escrita biográfica, as suas regras de ouro e estratégias para que cada um sinta na ponta dos dedos o quanto escrever sobre as suas vidas pode ser fácil, divertido e enriquecedor (e até terapêutico).

 

O que fazer para participar neste 4.º encontro dos Motes de Escrita Biográfica, já no dia 14 de Julho?

Existe um limite do número de participantes, pelo que, para garantir a sua participação, agradecemos:

– se inscreva através do e-mail: c.rodrigues@monoculo.pt

– contribuição: 10,00€

Após a sua inscrição, receberá um e-mail de confirmação com todas as informações sobre o mote desta sessão.

 

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O que é que motiva alguém a escrever a(s) história(s) da sua vida? São muitas as razões para a passagem ao acto: exercício de análise, desejo de partilha, necessidade de justificação, vontade de ressuscitar momentos do passo…

 

Uma coisa é certa, escrever sobre si mesmo constitui um desafio e tanto, uma das principais dificuldades consistindo na separação entre o que é verdadeiro e o que permanece ficção. Quantas vezes, modificamos ou transformamos o real sem termos consciência que o estamos a fazer?

 

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Em traços gerais tudo se resume ou está intimamente ligado aos destinatários da obra, ou seja para quem estamos a escrever.

 

A autobiografia enquanto testemunho dirige-se a um público, conhecido ou anónimo. Narrar a nossa vida pode, neste contexto, ter como objectivo:
– esclarecer a posteridade sobre a época ou os acontecimentos que se testemunhou;
– rectificar factos, justificar-se aos olhos dos leitores;
– perpetuar-se na memória dos outros através de um auto-retrato que se quer fiel.

 

A autobiografia também pode ser encarada como um espelho no qual o autor se vê a si mesmo. Nesta lógica mais contemplativa, as razões para o empreendimento poderão remeter para:
– o prazer da memória, nomeadamente recordando, de forma mais ou menos nostálgica, a infância e a juventude.
– a ambição de vencer o tempo ou de suspender provisoriamente o seu curso;
-o desejo de se conhecer melhor. Contando-se, o autor adulto procura recuperar a sua criança interior e foca-se nos episódios marcantes da sua vida.

 

ARTIGOS RELACIONADOS:

 

O primeiro passo para escrever as suas histórias de vida: Já a partir de dia 28!

 

As duas regras de ouro para escrever a sua biografia.

 

Dicas para escrever a sua própria história de vida

 

 

 

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Sonha em escrever o livro da sua vida, em manter viva as suas memórias assim como as da sua família? Por onde começar? O que explorar? Como escrever? Tantas perguntas que relegam o seu projecto para uma gaveta sem fundo…

 

A pensar em si, criámos os Motes para uma escrita biográfica, workshops curtos onde juntos, exploramos a escrita biográfica, as suas regras de ouro e estratégias. O objectivo? Sentir, na ponta dos dedos, o quanto escrever sobre a sua vida pode ser fácil, divertido e enriquecedor!

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No mês em que se celebra o dia internacional do livro, damos arranque a estes encontros/oficinas, já no próximo dia 28 de Abril, às 19h30, na Avenida Duque de Ávila (n.º 28), em Lisboa. Um tempo e um espaço para quem gostaria de aprender a escrever as suas próprias histórias e não sabe por onde começar.

 

O que fazer para participar no primeiro encontro dos Motes de Escrita Biográfica, já no dia 28 de Abril?

 

Há um limite do número de participantes, pelo que, para garantir a sua participação, agradecemos:

– se inscreva através do e-mail: c.rodrigues@monoculo.pt

– contribuição: 10,00€ (in loco)

Após a sua inscrição, receberá um e-mail de confirmação com todas as informações sobre o mote desta sessão.

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Porque temos sempre o poder de contribuir para um mundo melhor, aceitámos o convite para participar, este ano, no Greenfest, partilhando o que mais gostamos: a nossa experiência e conhecimento sobre o mundo das histórias e a arte de contá-las.

 

Hoje, dia 9 de Outubro, pelas 18h00, poderão encontrar-nos espaço Storytelling com a sessão O poder do storytelling para uma apresentação eficaz. Porque tudo o que comunicamos são, no fundo, histórias, utilizá-las com um determinado propósito e saber como as construir permite-nos criar apresentações de sucesso que captam os nossos interlocutores, tornando-as simultaneamente eficientes e eficazes.

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Amanhã, dia 10 de Outubro, às 10h30 da manhã e às 5 da tarde, estaremos também à vossa espera para os workshops O poder de uma boa história. A cada segundo somos bombardeados com histórias. Sem nos apercebermos, todos nós, contamos e integramos histórias. É algo de natural em nós: tão natural como o facto de respirarmos. Mas algumas histórias, mais do que outras, conseguem prender a nossa atenção. Aqueles que constroem histórias, os ditos storytellers, têm esse poder! Será por serem detentores de um dom ou simplesmente, conhecendo a estrutura das boas histórias, por saberem algo que os outros desconhecem?

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Para mais informações sobre os workshops, basta clicar em aqui.

Para mais informações sobre o Greenfest, basta clicar em ali.

 

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semana24-28

 

Ao longo de 14 semanas, convidámos os nossos seguidores e amigos no Facebook a exercitarem, fim-de-semana sim, fim-de-semana sim, a sua veia poética e a largarem as amarras da sua criatividade.

 

Para dar as boas-vindas ao Outono, decidimos abrir até ao final deste mês de Setembro (dia 30) uma porta à publicação do que melhor resultou desses desafios semanais. Os participantes poderão participar indo à nossa página do facebook, gostando da nossa página, revendo as dicas e desafios e enviando-nos o resultado para geral@monoculo.pt.

 

Em Outubro, e após a devida análise dos poemas enviados, publicaremos e divulgaremos num formato original e fácil de partilhar os vencedores.

 

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A ficção exige múltiplas ideias que, por vezes, são difíceis de encontrar. No entanto, no quotidiano, a inspiração rodeia-nos por todo o lado! Seguem algumas dicas para que ela não lhe escape mais.

quotidiano

Observe quem o rodeia

Numerosos autores foram ou são, antes de mais, bons observadores. Mark Twain, por exemplo, criou a personagem de Huckleberry Finn (As aventuras de Huckleberry Finn, 1884) a partir de alguém que conhecera. O protagonista da história é uma réplica quase perfeita do seu amigo de infância, Tom Blakenship. A propósito da sua personagem, Mark Twain afirmava: “Tracei o retrato exacto do Tom Blakenship para descrever Huckleberry Finn. Era um ignorante, sujo, subnutrido, mas tinha um coração de ouro. Tomava todas as liberdades e era, no fundo, a única pessoa realmente independente da nossa comunidade. Neste sentido, ele era perpetuamente feliz e nós invejávamo-lo por isso”.

 

Analise a história e a actualidade

Para escrever As Vinhas da Ira, John Steinbeck inspirou-se directamente nos emigrantes da grande depressão. Vencedor do prémio Pulitzer, este romance aborda a injustiça social e as causas da pobreza e da opressão. Segundo o autor, tratava-se sobretudo de “expor os sacanas gananciosos responsáveis por tudo isto [a Grande Depressão e suas consequências]”.

As fontes de inspiração são, portanto, numerosas nos debates religiosos, sociais ou políticos. Se encontrar o que lhe convém, foque a sua atenção nesse tema e informe-se sobre o mesmo para ser credível e pertinente.

 

Coloque questões a si próprio

Considerado o melhor livro de ficção juvenil de 2008 pelo New York Times e pela Publishers Weekly, o livro e a trilogia Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins, abordam um espectáculo anual de luta até à morte entre adolescentes. A autora partilha a forma como se inspirou para a escrita destes livros: “Uma noite em que estava muito cansada fiz zapping na televisão. Vi todas aquelas imagens dos reality shows, nos quais aqueles jovens competem para ganhar um milhão de dólares ou encontrar o amor. E depois acabei por ir dar a umas sequências da guerra no Iraque. Estes dois elementos fusionaram de forma avassaladora na minha mente: foi assim que nasceu a história de Katniss”. Observe o mundo ao seu redor. Alguns acontecimentos são horrendos, outros, belos. Quais serão as conexões que pode estabelecer entre realidades tão diferentes? Qual é a sua visão do futuro? Colocar a si mesmo estas perguntas é uma das melhores maneiras de encontrar a via da escrita.

 

Sonhar

Se tem a sorte de recordar-se dos seus sonhos ou aprendeu a fazê-lo, não hesite em tomar notas sobre os mesmos. Foi precisamente o que fez Stephen King no seu romance Misery, encontrando o mote para a sua história a partir do mundo dos sonhos, do seu próprio imaginário inconsciente. A propósito da sua inspiração, o autor revela: “Como em vários dos meus livros, as ideias vieram-me de um sonho. Dormitando no avião, imaginei uma mulher que mantinha um escritor preso antes de o matar e o esfolar. Depois de dar os seus restos aos porcos, a protagonista encadernou o romance escrito pela vítima com a sua própria pele. A sua pele, a pele do autor. Pareceu-me que deveria escrever esta história. É claro que a intriga foi ligeiramente alterada no decurso do processo de escrita”.

 

Fonte: Writing Forward

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Escolher as palavras certas para se exprimir é fundamental para tornar a escrita mais clara e atraente. Segundo a bloguista norte-americana Melissa Donovan, especialista em escrita criativa, existem algumas características que não devemos esquecer para o nosso texto não cair na monotonia, nem na banalidade. Vejamos então alguns desses objectivos a não perder de vista:

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A precisão: cada palavra tem a sua importância. Deverá utilizar a expressão mais exacta possível e que exprima com maior rigor o que deseja transmitir. Exemplo: as cores.

 

A conotação: esteja consciente do sentido profundo das palavras que usa. A relação entre o sentido próprio e o figurado constitui toda a riqueza de um escritor.

 

A estética: várias palavras são possíveis para um único e mesmo significado. Está em seu poder trabalhar as frases, preste atenção à musicalidade da sua expressão escrita.

 

A clareza: é o objectivo último da comunicação. Se a sua escrita for opaca, a relação com o leitor ficará comprometida. Alguns leitores adoram reler um mesmo parágrafo vezes sem conta antes de compreendê-lo, mas tal não é o caso para a grande maioria. Se necessário, não hesite em reescrever o texto até que ele seja claro.

 

A simplicidade: less is better! Não complique. Exprima uma ideia simples em poucas palavras em vez de escrever duas páginas.

 

A fluidez: leia o seu texto em voz alta. Saberá imediatamente se ele flui naturalmente ou se precisa de ser mais trabalhado.

 

 

Fonte: Melissa Donovan, Writing Forward.

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Percy WyndhamLewis/ Portraits Webif

Percy WyndhamLewis/ Portraits Webif

O poeta norte-americano T. S. Elliot foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1948 pelos seus “feitos incríveis enquanto pioneiro da poesia moderna”. Aqui segue a sua visão de uma poesia de qualidade.

 

O melhor da poesia é impessoal. Pouco importam os sentimentos e a biografia do poeta que, por seu lado, deve apenas encontrar a imagem e as palavras exactas para exprimir uma emoção. Desta forma, o leitor é directamente tocado pela emoção e o poeta desaparece atrás da sua obra.

 

Os poemas têm sentido apenas se dialogam com a tradição. “Nenhum poeta, nenhum artista, em qualquer arte que seja, tem o seu sentido completo por si próprio. Compreendê-lo, estimá-lo, é estimar as suas relações com os poetas e os artistas do passado. Não podemos julgá-lo só; é preciso colocá-lo, para opô-lo ou compará-lo, no meio dos mortos”, escreveu o poeta em A tradição e o talento individual.

 

A maturidade é absolutamente necessária para toda a literatura. Esqueçam o desenvolvimento de um estilo pessoal egoísta: os bons poetas devem encontrar um “estilo comum”, símbolo da grande poesia. Os extremos e a pequenez de espírito devem ser banidos.

 

A boa poesia não pode ser produzida com o objectivo político de ultrapassar uma forma existente. É apenas preciso encontrar a sua própria maneira de dizer as coisas.

 

O bom poeta não deve escrever demasiado: isso impede de se concentrar e de limar a sua poesia.

 

O prémio T. S. Elliot recompensa o que de melhor se escreve em Poesia. Em 2014, o prémio foi atribuído ao poeta inglês David Harsent.

 
Fontes: The Telegraph, The Paris Review.

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Quadro de TIM BAUER

 

Markus Zusak é um escritor australiano, autor do bestseller A Rapariga que roubava livros (Ed. Presença). Este escritor é igualmente reconhecido pela sua prosa inovadora e poética.

 

 

Qual é a sua rotina de trabalho?

Eu procrastino muito! Para me defender, procuro ver-me livre de todas as distracções antes de escrever, para me concentrar unicamente no livro. Tenho uma pequena teoria sobre a escrita: para trabalhar três horas é preciso prever três dias. Para escrever durante três dias, deve dar a impressão de dispor de três semanas, etc.

 

 

 

O que é que aprecia mais na escrita?

Gosto da ideia de que cada página pode conter um diamante. A escrita é para mim um jogo com as palavras. O autor é como uma criança que brinca na areia, construindo, arrumando e destruindo o que quer. O melhor momento num dia de escrita consiste no surgimento de uma nova imagem da qual não tínhamos ideia de manhã quando começámos a escrever.

 

Como é que nos tornamos escritores?

A melhor forma de nos tornarmos escritores é escrevendo. Se alguém quer tornar-se um atleta não lhe dizemos para pensar em correr. Dizemos-lhe que corra. Também é preciso colocar-se uma única pergunta: “O teu livro nunca vai ser publicado. Escreve-lo na mesma?”. Se a resposta for sim, escrever o livro vale a pena. No que diz respeito à publicação… é muito difícil. Implica muito trabalho e muita força de vontade para não nos desencorajarmos face às críticas e às recusas. Quando sabemos isso, apreciamos ainda mais fazer parte dos raros eleitos.

 

Qual é o seu conselho para os aspirantes a autor?

Não tenham medo de fracassar. Eu fracasso todos os dias. Acumulei vários fracassos enquanto escrevia A Rapariga que roubava livros e agora esse livro é tudo para mim. As melhores ideias vieram-me quando tinha a impressão de estar a escrever no vento, quando duvidava. O fracasso foi o meu melhor amigo no trabalho. Ele testa-nos para ver se somos capazes de o ultrapassar.

 

Fonte: The Guardian

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