Nos dias 9 e 10 de Outubro, há dois dias apenas, a convite do Greenfest 2015, dinamizámos três sessões sobre storytelling. O resultado não poderia ser melhor: o da satisfação e do enriquecimento mútuo que se operou em cada uma das sessões.

 

A todos aqueles que participaram, o nosso agradecimento monocular mais profundo. Fomos para estas sessões com uma mala cheia de histórias para partilhar e saímos delas com inúmeras mais que reforçam o que sempre defendemos: o poder transformador e multiplicador das histórias!

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Porque temos sempre o poder de contribuir para um mundo melhor, aceitámos o convite para participar, este ano, no Greenfest, partilhando o que mais gostamos: a nossa experiência e conhecimento sobre o mundo das histórias e a arte de contá-las.

 

Hoje, dia 9 de Outubro, pelas 18h00, poderão encontrar-nos espaço Storytelling com a sessão O poder do storytelling para uma apresentação eficaz. Porque tudo o que comunicamos são, no fundo, histórias, utilizá-las com um determinado propósito e saber como as construir permite-nos criar apresentações de sucesso que captam os nossos interlocutores, tornando-as simultaneamente eficientes e eficazes.

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Amanhã, dia 10 de Outubro, às 10h30 da manhã e às 5 da tarde, estaremos também à vossa espera para os workshops O poder de uma boa história. A cada segundo somos bombardeados com histórias. Sem nos apercebermos, todos nós, contamos e integramos histórias. É algo de natural em nós: tão natural como o facto de respirarmos. Mas algumas histórias, mais do que outras, conseguem prender a nossa atenção. Aqueles que constroem histórias, os ditos storytellers, têm esse poder! Será por serem detentores de um dom ou simplesmente, conhecendo a estrutura das boas histórias, por saberem algo que os outros desconhecem?

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Para mais informações sobre os workshops, basta clicar em aqui.

Para mais informações sobre o Greenfest, basta clicar em ali.

 

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Ao longo de 14 semanas, convidámos os nossos seguidores e amigos no Facebook a exercitarem, fim-de-semana sim, fim-de-semana sim, a sua veia poética e a largarem as amarras da sua criatividade.

 

Para dar as boas-vindas ao Outono, decidimos abrir até ao final deste mês de Setembro (dia 30) uma porta à publicação do que melhor resultou desses desafios semanais. Os participantes poderão participar indo à nossa página do facebook, gostando da nossa página, revendo as dicas e desafios e enviando-nos o resultado para geral@monoculo.pt.

 

Em Outubro, e após a devida análise dos poemas enviados, publicaremos e divulgaremos num formato original e fácil de partilhar os vencedores.

 

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Melhore a sua ortografia e a sua gramática

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Não é obrigatório que estude gramática nem ortografia durante horas e horas, todos os dias!O que lhe propomos é bem mais simples e não lhe roubará muito tempo.Releia uma regra por semana e procure aplicá-la nos seus escritos. Apesar de existirem correctores ortográficos muito bons, conhecer as regras gramaticais e ortográficas faz parte das competências que um escritor deve desenvolver para melhorar o seu estilo.

 

 

Vá à caça das repetições

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Não há nada de mais entediante do que ler um romance e tropeçar constantemente em repetições. Quando escrever ou quando estiver a corrigir o seu texto, identifique as repetições. Seja em meia dúzia de linhas ou numa página inteira, tudo vai depender do seu grau de exigência! O que fazer quando as identificar? Substitua-as por perífrases ou sinónimos.

 

 

 

Evite as generalidades

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Adquira o hábito de dizer as coisas de forma exacta. Uma óptima maneira de começar é a de procurar substituir os verbos ser, ter e fazer, por termos que correspondam ao que deseja exprimir. Aplique a mesma receita quando pretender descrever uma cena, uma personagem ou um ambiente. Dizer “gosto do sabor deste prato” não ajuda o leitor a apreender as sensações gustativas do narrador ou da personagem que fala.

 

 

Escreva frases curtas

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Enuncie as suas ideias de forma clara através de frases curtas. É claro que ao fazê-lo não deverá esquecer o ritmo geral do seu texto. Uma sucessão de frases com apenas três palavras cada, não é forçosamente agradável. Mas uma frase demasiado longa com um número importante de proposições é mais difícil de escrever e pode ser mal compreendida pelos seus leitores. Por isso, quando escrever não se esqueça de segmentar as suas ideias em frases mais curtas!

 

 

Cuidado com as palavras pequenas

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Evite o uso desproporcionado de conjunções (coordenativas, subordinativas), assim como de pronomes demonstrativos (este, esse, aquele) e relativos (que, qual, cujo, etc.) que sobrecarregam as frases. Em simultâneo, procure utilizar apenas uma pequena quantidade de preposições.

Um conselho suplementar: Não se esqueça do famoso ditado de que ninguém nasce ensinado. A escrita aprende-se! Seja paciente e perseverante… Não há razão para não encontrar o seu próprio estilo!

 

 

Trabalhe a sua pontuação

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Quando escrever, preste atenção à pontuação, pois representa a respiração da sua frase. Um erro de pontuação pode mudar completamente o sentido de uma frase. Para testar a sua pontuação, não hesite em reler os seus textos em voz alta. Abrande o ritmo e marque pausas ao nível dos sinais de pontuação. Não se esqueça de dar o tom que deseja comunicar à sua leitura.

 

 

Leia

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Para trabalhar o seu estilo, crie tempo para ler. Escolha prioritariamente obras do mesmo género literário daquele que está a trabalhar, sem negligenciar géneros que lhe são menos familiares. Seja literatura clássica, sejam autores de sucesso contemporâneos, leia!

 

 

 

 

 

Enriqueça o seu vocabulário

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Tal como para a gramática e para a ortografia, e no que diz respeito ao vocabulário, não se limite ao que já adquiriu. Tenha um caderno sempre consigo, no qual possa escrever palavras que encontra ao longo das suas leituras ou no dia-a-dia. Escolha palavras que lhe sejam desconhecidas, que usa pouco ou aquelas de que gosta. Quando escrever, procure inspiração no seu caderno! Os jogos de escrita são igualmente um bom meio para enriquecer o seu vocabulário, uma vez que os obstáculos obrigam, frequentemente, a procurar sinónimos.

 

 

 

(re)Descubra as figuras de estilo

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Alegorias, aliterações, onomatopeias, anáforas, eufemismos, disfemismos, hipérboles, metáforas, elipses, animismos, perífrases… são noções empoeiradas para si? Então, não hesite em procurar as suas definições para melhor compreender o seu significado. Aperceber-se-á do quanto estas figuras de estilo, entre outras, poderão transformar-se em poderosas aliadas para dar profundidade aos seus escritos!

 

 

 

Procure pareceres exteriores

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Afaste o medo e não perca a oportunidade de submeter os seus textos a leitores. Se deseja progredir rapidamente, escute os conselhos que lhe dão. Confie nas suas capacidades, mas não se deixe levar pelo orgulho!

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A ficção exige múltiplas ideias que, por vezes, são difíceis de encontrar. No entanto, no quotidiano, a inspiração rodeia-nos por todo o lado! Seguem algumas dicas para que ela não lhe escape mais.

quotidiano

Observe quem o rodeia

Numerosos autores foram ou são, antes de mais, bons observadores. Mark Twain, por exemplo, criou a personagem de Huckleberry Finn (As aventuras de Huckleberry Finn, 1884) a partir de alguém que conhecera. O protagonista da história é uma réplica quase perfeita do seu amigo de infância, Tom Blakenship. A propósito da sua personagem, Mark Twain afirmava: “Tracei o retrato exacto do Tom Blakenship para descrever Huckleberry Finn. Era um ignorante, sujo, subnutrido, mas tinha um coração de ouro. Tomava todas as liberdades e era, no fundo, a única pessoa realmente independente da nossa comunidade. Neste sentido, ele era perpetuamente feliz e nós invejávamo-lo por isso”.

 

Analise a história e a actualidade

Para escrever As Vinhas da Ira, John Steinbeck inspirou-se directamente nos emigrantes da grande depressão. Vencedor do prémio Pulitzer, este romance aborda a injustiça social e as causas da pobreza e da opressão. Segundo o autor, tratava-se sobretudo de “expor os sacanas gananciosos responsáveis por tudo isto [a Grande Depressão e suas consequências]”.

As fontes de inspiração são, portanto, numerosas nos debates religiosos, sociais ou políticos. Se encontrar o que lhe convém, foque a sua atenção nesse tema e informe-se sobre o mesmo para ser credível e pertinente.

 

Coloque questões a si próprio

Considerado o melhor livro de ficção juvenil de 2008 pelo New York Times e pela Publishers Weekly, o livro e a trilogia Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins, abordam um espectáculo anual de luta até à morte entre adolescentes. A autora partilha a forma como se inspirou para a escrita destes livros: “Uma noite em que estava muito cansada fiz zapping na televisão. Vi todas aquelas imagens dos reality shows, nos quais aqueles jovens competem para ganhar um milhão de dólares ou encontrar o amor. E depois acabei por ir dar a umas sequências da guerra no Iraque. Estes dois elementos fusionaram de forma avassaladora na minha mente: foi assim que nasceu a história de Katniss”. Observe o mundo ao seu redor. Alguns acontecimentos são horrendos, outros, belos. Quais serão as conexões que pode estabelecer entre realidades tão diferentes? Qual é a sua visão do futuro? Colocar a si mesmo estas perguntas é uma das melhores maneiras de encontrar a via da escrita.

 

Sonhar

Se tem a sorte de recordar-se dos seus sonhos ou aprendeu a fazê-lo, não hesite em tomar notas sobre os mesmos. Foi precisamente o que fez Stephen King no seu romance Misery, encontrando o mote para a sua história a partir do mundo dos sonhos, do seu próprio imaginário inconsciente. A propósito da sua inspiração, o autor revela: “Como em vários dos meus livros, as ideias vieram-me de um sonho. Dormitando no avião, imaginei uma mulher que mantinha um escritor preso antes de o matar e o esfolar. Depois de dar os seus restos aos porcos, a protagonista encadernou o romance escrito pela vítima com a sua própria pele. A sua pele, a pele do autor. Pareceu-me que deveria escrever esta história. É claro que a intriga foi ligeiramente alterada no decurso do processo de escrita”.

 

Fonte: Writing Forward

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Escolher as palavras certas para se exprimir é fundamental para tornar a escrita mais clara e atraente. Segundo a bloguista norte-americana Melissa Donovan, especialista em escrita criativa, existem algumas características que não devemos esquecer para o nosso texto não cair na monotonia, nem na banalidade. Vejamos então alguns desses objectivos a não perder de vista:

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A precisão: cada palavra tem a sua importância. Deverá utilizar a expressão mais exacta possível e que exprima com maior rigor o que deseja transmitir. Exemplo: as cores.

 

A conotação: esteja consciente do sentido profundo das palavras que usa. A relação entre o sentido próprio e o figurado constitui toda a riqueza de um escritor.

 

A estética: várias palavras são possíveis para um único e mesmo significado. Está em seu poder trabalhar as frases, preste atenção à musicalidade da sua expressão escrita.

 

A clareza: é o objectivo último da comunicação. Se a sua escrita for opaca, a relação com o leitor ficará comprometida. Alguns leitores adoram reler um mesmo parágrafo vezes sem conta antes de compreendê-lo, mas tal não é o caso para a grande maioria. Se necessário, não hesite em reescrever o texto até que ele seja claro.

 

A simplicidade: less is better! Não complique. Exprima uma ideia simples em poucas palavras em vez de escrever duas páginas.

 

A fluidez: leia o seu texto em voz alta. Saberá imediatamente se ele flui naturalmente ou se precisa de ser mais trabalhado.

 

 

Fonte: Melissa Donovan, Writing Forward.

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Há muito tempo que deseja escrever a sua própria biografia, mas tem medo de que a sua memória lhe troque as voltas? Afaste os receios! O processo autobiográfico implica necessariamente a introspecção, e apresentamos-lhe seguidamente quatro dicas que o poderão ajudar a fazer a triagem das suas memórias e a escrever uma biografia interessante e pertinente.

 

Seleccione as suas memórias para melhorar a estrutura da sua narrativa

 

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Escrever uma autobiografia pode parecer mais fácil do que escrever um romance, é certo. É verdade que conhece os acontecimentos já que os viveu, mas não se trata apenas de despejá-los directamente no papel. Se já tentou o registo biográfico sabe que tudo parece importante quando falamos sobre a nossa vida ou a da nossa família, desde os elementos mais dramáticos aos mais corriqueiros. Ao escrevermos sobre nós mesmos tendemos a redigir centenas de rascunhos nos quais evocamos episódios ou passagens inteiras da nossa vida. Os acontecimentos podem até ser reveladores ou perturbadores, mas no final não serão incluídos na narrativa por nada acrescentarem à mesma. Evite afundar-se nos seus numerosos manuscritos! Aprenda a separar as suas ideias e os seus rascunhos, a fim de obter uma autobiografia estruturada e pertinente.

 

 

Utilize a flexibilidade do género

 

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A cronologia pode não ser a ferramenta mais eficaz para organizar o seu texto. Evite pensar a sua autobiografia de acordo com planos do tipo “depois, depois… e então… e depois”, pois apenas servem para tornar opacas as experiências que deseja partilhar. A vida não se nos apresenta como um encadeamento de situações que se resolvem subitamente com alegria e bom humor! Crie conexões, sejam elas emocionais ou temáticas, entre os acontecimentos ou os episódios. Eles devem ecoar nas temporalidades paralelas que, por seu lado, poderão não ser necessariamente cronológicas.

 

 

Seja o protagonista e o antagonista da sua narrativa

 

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O prazer de ler uma boa autobiografia pode aproximar-se do prazer que sentimos na leitura de um romance de qualidade. Contudo, existe uma grande diferença: os leitores sabem que o autor vivenciou os acontecimentos que evoca, sentindo imediatamente empatia com a “personagem” e com o escritor. Mas tal não quer dizer que se deva focar na indução desse sentimento. Pelo contrário, não a procure! Tente não se apresentar, por exemplo, como figura perfeita ou trágica. Os seus leitores serão muito mais sensíveis à sua humildade e honestidade que apenas remetem para o partilhar da sua verdade. Numa autobiografia, a tensão narrativa repousa na luta do escritor entre as suas facetas boas e más, conducentes a actos por vezes nobres e outras vezes totalmente loucos.

 

 

Seja exigente com a sua memória

 

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“Como é que se consegue lembrar disso tudo?”. Esta pergunta recorrente provém, simultaneamente, da admiração e do cepticismo. Afinal, como é possível guardarmos na nossa memória os mais ínfimos detalhes e todas as palavras ouvidas? Por um lado, existem numerosos momentos e múltiplas conversas que são gravadas na nossa memória. O passado acompanha-nos e faz parte do nosso presente, já que as nossas experiências se sucedem. Por outro lado, algumas memórias são menos claras ou também podem ser enviesadas pelos outros. Para evitar estas situações e aproximar-se da verdade, transforme-se num arqueólogo! Faça buscas no passado e examine todos os elementos de uma perspectiva o mais crítica possível. A exactidão absoluta é impossível, mas pode aproximar-se mais e melhor da verdade.

 

Fonte: Publisher’s Weekly

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O holandês Thijs Biersteker desenvolveu uma aplicação capaz de “delito de fácies”. Uma aplicação que permite avaliar a reacção do leitor relativamente à capa de um livro. Se a expressão do seu rosto for julgada como céptica, então o livro não se poderá abrir!

 

Sem dúvida que já lhe aconteceu julgar um livro pela sua capa, certo? De facto, já é mais do que sabido que uma capa apelativa vende. Os anglo-saxónicos até têm uma expressão metafórica alusiva: don’t judge a book by its cover que revela o quanto não nos devemos deixar levar pelos nossos preconceitos quando atribuímos valor a algo apenas baseados na sua aparência. Bem, mas se nada disto é novidade, saiba que já é possível hoje em dia que seja a capa do livro a julgá-lo a si! É ela que autoriza ou não a abertura de um livro em função da expressão do seu rosto! Incrédulo(a)? É mesmo verdade!

 

Thijs Biersteker, da agência de design holandesa Moore, criou um novo meio para personalizar ainda mais a relação entre um livro e o seu leitor. Esta aplicação utiliza a tecnologia para o reconhecimento facial através da integração de uma câmara. O objectivo consiste em avaliar a expressão do nosso rosto para assim decidir da abertura ou não do livro que seguramos entre as mãos. Nas palavras do seu criador, este sistema permite “criar uma capa com características humanas através de uma tecnologia simples. Se o seu rosto expressar cepticismo, o livro não se abre. Mas se a sua expressão for neutra, o sistema envia um sinal áudio, abrindo-se à sua leitura.” E acrescenta: “julgar nunca deveria arrefecer o entusiasmo imediato que sentimos quando vemos as coisas pela primeira vez”.

 

Fonte: http://thecoverthatjudgesyou.com/

 

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Menos conhecida do que o Facebook ou o Twitter, a aplicação Instagram pode ser muito útil aos autores. Ela permite que se exprimam e criem uma rede apenas através da partilha de imagens. Caros escritores, deixem por uns instantes as palavras de lado e trabalhem o vosso texto e a sua promoção em fotografias!

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Duas dicas:

 

Partilhe momentos da sua vida

Os leitores gostam de ter a impressão de conhecerem os autores, e sobretudo de saber que são parecidos com eles. Partilhe algumas fotografias do seu quotidiano, ou sobre temas e coisas que lhe interessam. As fotografias são um belíssimo meio para entrar em contacto directo com os seus leitores e angariar novos. Através desta aplicação, eles podem descobrir que existe, começar a seguir os seus posts e partilhá-los com os amigos. Trata-se de uma forma complementar de se dar a conhecer.

 

Partilhe a capa do seu livro e demais elementos

O Instagram é perfeito para dar a conhecer o seu livro a partir da sua capa. Não se esqueça de que uma boa capa é um elemento essencial para chamar a atenção e isso não se esgota nos escaparates das livrarias. Por outro lado, partilhar o visual do seu livro (capa, lombada, paginação, etc.) pode funcionar como um bom teaser, totalmente baseado numa linguagem de fotografia e que pode reutilizar noutras redes para abrir o apetite dos seus potenciais clientes.

 

Fonte: The Book Designer

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A tenacidade é uma das principais qualidades de um escritor. Mas, por vezes, é difícil manter-se focado numa única narrativa ou num só projecto. Para fazer face à dispersão, seguem cinco dicas que pode pôr em prática imediatamente:

 

 

Deixe livre curso à sua criatividade

 

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Saltar de uma ideia para outra nem sempre é prejudicial. Na escrita, pode até ser benéfico, já que lhe permite desenvolver a criatividade, levando a cabo experiências sobre o seu texto. Este exercício pode ajudá-lo a encontrar finalmente A grande ideia: aquela descoberta rica em perspectivas que seguirá.

 

 

 

 

Identifique o problema

 

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Uma boa ideia pode rapidamente perder o seu encanto nos meandros da rotina da escrita. Nessas alturas, é importante que se coloque as perguntas certas: tem dificuldades em controlar o final da narrativa (a conclusão da história)? Falta-lhe confiança em si mesmo para escrever uma narrativa completa? Passado o entusiasmo inicial, desinteressa-se rapidamente da sua ideia?

 

 

Organize as suas ideias

 

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Tomar notas sobre as suas reflexões acerca de um projecto futuro é uma prática muito útil. Ao fazê-lo, toma consciência das suas ideias, que pode deixar na gaveta para mais tarde voltar a elas. Por outro lado, tal permite-lhe separar as fontes de informação, o que o ajudará no futuro a não se perder. Pode, portanto, manter-se concentrado no projecto actual, preparando paulatinamente o seguinte.

 

 

Escreva textos fora da sua narrativa

 

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Aprofundar o mundo ou o ambiente que criou fá-lo-á sentir mais envolvido na sua narrativa. Para o efeito, poderá, por exemplo, escrever uma cena situada na infância da sua personagem, ou contar um acontecimento através de uma personagem secundária. Estes textos curtos suplementares não entrarão na narrativa final, mas ajudam a ancorar a história na sua mente.

 

 

Faça uma pausa

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Não hesite em deixar de lado durante algum tempo o seu texto. Como em tudo na vida, o devido recuo é primordial, e a escrita não foge à regra. Este processo permite atingir uma perspectiva simultaneamente distante e crítica. Mas não se perca, e agende uma data para voltar ao trabalho!

 

 

Fonte: The Writer.

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