A publicação de um livro não passa obrigatoriamente pela edição tradicional.

publicação livre e independente

 

Será que faz sentido enviar o seu manuscrito a uma Editora, quando o seu objectivo é o de satisfazer um desejo profundo de partilha da sua vida, da sua experiência ou das suas viagens, como se de um legado ou registo familiar se tratasse? É claro que não!

 

Por outro lado, se o seu objectivo é o de partilhar a sua obra com um público mais vasto, através de uma comercialização, será a melhor estratégia aguardar que uma Editora se interesse pelo seu manuscrito e decida apostar nele e em si? E porque é que deverá deixar a terceiros que poderão não partilhar os seus objectivos o poder de decisão em relação ao seu projecto editorial? Permanecer independente implica decidir sobre todas as etapas da publicação do seu livro, sem cedência de direitos, o que poderá ser vantajoso até do ponto de vista económico (30 a 70% do preço de venda ao público em vez dos 10% que, em média, são propostos).

 

Imagine agora que a sua obra visa um nicho editorial demasiado restrito aos olhos da indústria editorial tradicional. Vai abandonar o seu projecto por essa razão, quando poderá atingir bons, ou até excelentes resultados trabalhando directamente o mercado que almeja?

 

A publicação livre, seja numa lógica de edição independente (com vista à comercialização da sua obra), seja pensada como partilha (oferta), surge como um processo vantajoso para realizar de forma rápida e efectiva o seu projecto editorial.

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